sexta-feira, 15 de outubro de 2010
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Sabe,
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Não,
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
quarta-feira, 4 de agosto de 2010
Diferente
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Díficil pra mim !
domingo, 18 de julho de 2010
alguém que saiba me decifrar,
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Renuncia !
Eu me recuso a aceitar a ideia recorrente do “começo, meio e fim”. Trata-se de uma negação a ordem previsível das coisas. Prefiro acreditar que a vida pode sim nos surpreender e que o conceito de tempo é uma tentativa desesperada do homem tentando controlar algo que nem ele próprio consegue compreender.
Seja lá o que for o tempo e o que somos dele, há quem diga que ele seja relativo. O que de certa forma me consola, pois nunca fui muito fã dessas verdades absolutas, intransigentes, que entre outras coisas só servem para limitar o acesso que podemos ter a novas verdades.
As pessoas buscam certezas, eu as temo. Vivemos uma vida inteira nos apoiando naquilo que temos de mais concreto: as nossas verdades. E desabamos quando elas se desfazem, seja um sonho, um amor ou mesmo a imagem que temos de nós mesmos.
A dúvida sempre esteve presente em nossas vidas, ela nos perturba, tira o sono e nos mantêm acordados para o que existe de mais fantástico no mundo: o novo.
O verbo duvidar tem sido discriminado ao longo da história, como se o ato de descrer fosse um retrocesso a tudo aquilo que um dia construímos ou construíram. As pessoas não se importam em viver em um mundo de ilusões, desde que neste mundo elas encontrem as suas verdades.
Dizem que a vida é feita de escolhas e que pra cada escolha existe uma renuncia. Sendo assim, podemos afirmar também que a vida é feita de renuncias, é apenas uma questão de ponto de vista.
Falam tanto sobre a importância de nossas escolhas e tão pouco do que não deveríamos renunciar. E o resultado dessa cultura focada no que se pode ser, são pessoas renunciando aquilo que realmente são.
Talvez isso ocorra porque nem mesmo elas saibam, culpa do tempo, criação do homem que não permite que as pessoas pensem sobre si mesmas.
Eu renuncio ao tempo, numa tentativa desesperada de me reencontrar. É insano, eu sei... Mas quem pode me culpar por querer matar aquele que cedo ou tarde também irá me matar?
Indiferente Evidência
É triste concluir, o que se quer negar.
Quando a dor de outrora
É o que te faz lembrar.
De tudo que te fez
Crescer,
Modificar
E se tornar aquilo que se quis evitar.
São meras conseqüências
Prováveis evidências
De atos impensados
Insanos por essência.
É triste não sentir, não ter em quem pensar.
E se ocupar com sonhos
O que não existem mais
De toda indiferença
A tua é que dói mais
Quando a ti eu vejo
Negando o meu olhar
São truques do destino
Mudanças no caminho
Espelhos que refletem
O eco do vazio
É triste não sorrir e fingir se alegrar
Quando a vida segue
E você quer ficar.
Quando tudo se cala
E você quer falar
Quando a tristeza acaba
E você quer chorar.
(luan emilio faustino)
Lembranças de um Sentimento
Se eu me lembrasse todo dia de esquecer
Mas nada disso hoje parece importar
Pois amanhã sei que não verei você
Mas haverá ainda assim um amanhã
E nele eu hei de poder sobreviver
Para provar que derrotas não derrubam
Os que na vida optaram por viver
E antes mesmo de uma mão se estender
Eu estarei pronto para levantar
Verei meus olhos não chorarem mais de dor
Quando os teus olhos resolverem me encontrar
E desta vez será bom eu me lembrar
De como um dia você pode me esquecer
E enxergar tudo o que eu já não vejo
Pois já não sinto mais amor ao ver você!
(luan emilio faustino)

